
É brincadeira mesmo! Cada dia aparece um maluco querendo inventar uma coisa e dizendo ser para melhorar a vida das pessoas. Esse grupo aqui inventou uma espécie de [BP:923]barraca[/BP] dobrável feita de papelão, com Internet via rádio integrada, para os sem-teto. Ok, um teto que não resiste à chuva e Internet, tudo que um sem-teto precisa não é verdade? Assim o sem-teto pode ligar o seu MacBook Pro com Wi-Fi e passar um tempo navegando na rede ao invés de cheirar cola. Que idéia genial, hein?!
Com o sugestivo nome de ShellHouse (algo como Casa-Concha), o projeto custa a bagatela de 35 dólares e todas as instruções podem ser obtidas no site Instructables e maiores informações em seu site oficial, ShellHouse.org. Báh !
[BL]Acampamento:916,Sem Teto:215,Papelão:1373,Notebook:96,Internet:931[/BL]
Então você acha que o Big Brother Brasil não pode nos ensinar nada, certo? Você pode até ter alguma razão, se pensarmos que ensinamento é apenas transmissão de conhecimento, afinal, o programa é totalmente vazio. Mas não é bem assim, veja:
- Aprendemos com os “broders” que para ganhar um milhão basta falar tudo na cara, arrumar um romance mal resolvido e dar alguns “vacilos” onde partes do corpo são expostas “sem querer”;
- Aprendemos também que podemos ser chamados diariamente de heróis por estarmos confinados em uma casa enorme, cercados de mordomias, piscina à vontade, provas que nos divirtam, mulheres semi-nuas todo o tempo, cerveja e cigarro à nossa disposição (para sustentar os nossos vícios), aparecer em horário nobre na maior rede de televisão do país e principalmente, não precisarmos ter nenhum conteúdo a transmitir;
- Não podemos esquecer da grande lição, quando aprendemos que podemos negociar muito e pedir valores estupidamente altos para exibir nas revistas coisas que os telespectadores cansaram de ver na TV. Obviamente com um pouco mais de Photoshop e um pouco menos de pudor;
- Outra grande “descoberta” foi saber que basta juntar um punhado de gente bonita (por fora) e de cabeça vazia para roubar o Ibope de tantos programas extremamente interessantes que são exibidos na TV aberta. E a concorrência vai tremer …
- Para nós blogueiros, a lição foi saber que SEO não está limitado à Internet. Alemão, você mereceu o prêmio, afinal, trabalhou muuuuito por ele. Black Hat e tudo mais.
Agora é só acompanhar a repercussão durante os próximos meses. Capas de Playboy e Sexy, entrevistas riquíssimas, aparições no Zorra Total, Turma do Didi e afins, muitas e muitas besteiras no Domingão do Faustão … Jesus, me chicoteia!
Pode não parecer às vezes, mas eu sou uma pessoa que pensa bastante. No sentido quantitativo e algumas vezes no qualitativo ;-). Ontem eu estava assistindo ao [BP]Big Brother[/BP] (sim, eu confesso) e em alguns quadros eu fiquei refletindo sobre um assunto que vez ou outra comento.
Para quem não acompanha (parabéns) o [BP]programa[/BP], essa semana entrou um novo participante, que saiu do Big Brother Argentina e obviamente é um fdp argentino. Meio de bobeira e numa situação onde reina a disputa acirrada, o argentino até que se enturmou, o pessoal está curtindo bastante da cara do indivíduo e aproveitando a [BP]brincadeira[/BP] para dar vazão à rivalidade já conhecida.
O que me intrigou e me levou a refletir foi que os participantes brasileiros, tentam se comunicar com o rapaz embolando a língua, falando um portunhol horrível, enquanto o moço fala o seu velho e conhecido [BP]idioma[/BP] natal - e quase todas as vezes todo mundo entende, afinal não é tão diferente do português.
A questão é: por que os brasileiros é que sempre buscam falar o idioma alheio para se comunicar quando na presença de um estrangeiro? Mesmo estando no Brasil isso acontece. Uma coisa é você nos EUA ter a obrigação de saber o mínimo de inglês para se comunicar com os estadunidenses. Agora, em plena Bahia, você dar de cara com um americano que não sabe UMA PALAVRA de português e querer “se virar” …
[BL]Curso de Idiomas,Argentino,Inglês,BBB7,Big Brother,Playboy[/BL]