Marcelo, o Urso. Uff, Uff!

Não foi por mérito, mas graças a uma derrapada do Marcos, que errou uma continha simples de porcentagem. Seja lá como for, o importante é que Marcelo é o novo líder, como pretendido desde o início, com a montagem de uma prova de conhecimentos gerais para a escolha do sucessor de Thati.

Entre as pérolas da noite, propiciadas pela prova:

  • Marcos, professor de física, errou o tal cálculo de porcentagem.
  • Marcos, novamente, disse que o estado do Rio Grande do Norte fica na Região Norte do país.
  • Rafinha, o verdureiro, não sabia que tomate é fruta. Logo ele.
  • Felipe achou que “Nova Iguaçu” tem acento no “u”.

No geral, até que os brothers e sisters não foram tão mal quanto eu esperava. Em parte, essa turma realmente tem o QI um pouquinho (só um pouquinho) acima das edições anteriores; por outro lado, como as questões eram de múltipla escolha, não sobrava muito espaço para a, digamos, criatividade dos participantes.

Marcelo quase não respondeu a perguntas. Para ganhar o direito de responder, era preciso ser rápido no gatilho, e velocidade não é o forte do quase-psiquiatra. No fim das contas, a prova foi decidida mais pelos erros de cada um (que gerava pontos para os demais) do que pelos acertos.

Foi, de longe, a prova do líder mais interessante do BBB8, como os próprios confinados disseram após seu encerramento. Foi rápida e integrou o público, além de contar o tempo todo com a presença carismática do Pedro Bial.

Marcelo foi generoso e convidou Marcos, o segundo-quase-primeiro-lugar, para o quarto do líder. Eles e Gyselle dançaram, pularam e se esbaldaram nos petiscos.

Se tudo seguir seu curso normal, Marcelo indicará Fernando, o Principezinho Rabugento, para o paredão. Tomara que ele não ganhe imunidade pelo big-telefone ou pelo colar do anjo. Não vejo a hora de ver o Principezinho cair fora do jogo.